Um país com uma independência forte

A República Democrática Popular da Coreia é globalmente conhecida como sendo um país extremamente independente dada a perseverança dos princípios da independência política, da auto-suficiência económica e da auto-suficiência da sua defesa nacional.

domingo, 4 de dezembro de 2016

A RPD da Coreia vence o Mundial de Futebol Feminino Sub-20


As jogadoras da selecção nacional da República Popular Democrática da Coreia venceram o Mundial de Futebol Feminino de Sub-20 na Papua Nova Guiné ao derrotar por 3-1 a selecção francesa no Estádio Nacional Port Moresby.

No percurso para a final eliminaram na primeira etapa a Espanha, nos quartos-de-final, e os Estados Unidos nas semi-finais, após terem estado à cabeça do grupo. Este ano a selecção da RPDC também venceu o Mundial de Sub-17.

sábado, 19 de novembro de 2016

Decorreu em Dublin a 16ª Conferência Internacional da KFA


Decorreu em Dublin a 16ª Conferência Internacional da KFA, a mesma decorreu no Clube dos Professores em Dublin, no passado dia 5 de Novembro. Estiveram presentes membros da KFA oriundos da Irlanda, da Dinamarca, da França, de Itália, da Polónia, de Espanha, da Suécia, da Suíça, do Reino Unido e dos EUA.

Os conferencistas foram recebidos pelo camarada Andreas Engström, delegado oficial da KFA na Irlanda. O mesmo referiu que tanto a Irlanda como a Coreia foram divididas pelo imperialismo e, como tal, foi extremamente significativo que o encontro internacional da KFA deste ano decorresse na Irlanda. 2016 marcou o 16º aniversário da fundação da KFA e marca também o “centésimo aniversário da Insurreição de Páscoa – 1916 foi o ano em que o povo irlandês se rebelou contra o imperialismo britânico.”

Continuando o seu discurso: “o povo coreano está bem ciente das intempéries que os seus irmãos de armas irlandeses tiveram que suportar ao longo do século uma vez que há muito combatem o imperialismo, muito antes do nascimento da RPDC. Até hoje, tanto a Irlanda como a Coreia se encontram divididas às mãos do imperialismo…”

O encontro foi presidido por Trever Aritz, o comissário internacional da Associação de Amizade com a Coreia. Não foi possível a presença do camarada presidente, Alejandro Cao de Benós, após a retenção do seu passaporte por parte das autoridades espanholas, que decidiram em cima da hora que este não podia abandonar o país devido a um processo ainda a decorrer referente a umas quantas falsas acusações contra a sua pessoa.

O discurso do presidente foi lido pelo camarada Trever Aritz, neste Alejandro afirmou que a recente inauguração do escritório da KFA, da biblioteca Kim Il Sung-Kim Jong Il e do Pyongyang Café em Tarragona, Espanha, têm tido um enorme sucesso e que todas as delegações da KFA a nível mundial deviam ter algo semelhante.

Foi lida uma mensagem de Pyongyang, da parte do Comité Coreana para as Relações Culturais com os Países Estrangeiros. A mensagem prestava um elevado elogio à luta da Associação de Amizade com a Coreia, os únicos amigos reais da RPDC.

Foram entregues vários discursos pelos delegados de todas as nações presentes, com destaque para a intervenção de Lukasz Mrozek, da KFA Polónia, que recordou que a Polónia – a par com a União Soviética e a China – foi um dos primeiros três países a reconhecer a RPDC, tendo o Camarada Presidente Kim Il Sung visitado a Polónia duas vezes ao longo da sua vida. “Quando os imperialistas dos EUA provocaram a guerra na Península da Coreia, a Polónia não só condenou veementemente esse bárbaro acto de agressão como, num gesto fraternal, enviou médicos para a RPDC.”

Não podendo estar presentes, foram lidas mensagens de solidariedade da KFA Arábia, KFA Singapura e KFA Argentina, uma vez que não puderam estar presentes este ano. No dia seguinte, os membros da KFA encontraram-se para um passeio pelos locais revolucionários anteriores à Insurreição de Páscoa e até à Guerra Civil da Irlanda, organizada pelos membros da KFA Irlanda. Por unanimidade, decidiu-se que o encontro do próximo ano irá decorrer em Marrocos.

“Espero quer isto signifique ‘o fim dos EUA’ tal como os conhecemos”


Sputnik | Miguel Ángel Julià – A vitória de Trump promete ser um ponto de inflexão para os Estados Unidos e, possivelmente, para o resto do mundo, e será para o bem de todos, assim opina o delegado especial da Coreia do Norte para as relações culturais com os países estrangeiros, Alejandro Cao de Benós – mais conhecido como “o embaixador norte-coreano no Ocidente” – numa entrevista exclusiva à Sputnik.

A eleição do candidato republicano, Donald Trump, é um voto anti-sistema e significa que a população estadunidense está farta do antigo sistema político, assinalou o entrevistado. Segundo este, a sociedade nos Estados Unidos está a polarizar-se à medida que aumentam os conflitos tanto de classe como raciais e, acrescentou, pode ser que a situação interna dos EUA piore ainda mais.

Quanto à possibilidade da eleição de Hillary Clinton, Cao de Benós afirmou que esta teria podido causar uma guerra total e uma catástrofe a nível global.

“Eu qualificaria Clinton como uma mulher falsa e histérica. A sua eleição podia ter significado um possível ataque ‘preventivo’ e mal calculado contra a RPD da Coreia, o qual obteria uma resposta nuclear por parte do nosso Exército Popular”, opinou.

Contudo, argumentou, a situação actual pode não significar que Trump consiga realizar todas as mudanças que prometeu efectuar ao longo da sua campanha presidencial, dada a oposição de certos círculos da sociedade.

“A pressão social irá impedi-lo de tomar medidas drásticas como a expulsão massiva de imigrantes ou a proibição da entrada de islâmicos”, manifestou.

Cao de Benós confirmou que Trump poderá, isso sim, reduzir as tensões com Pyongyang e, segundo prometeu o mesmo durante a sua campanha, será menos activo que Obama no que diz respeito à ingerência nos assuntos internacionais. O entrevistado asseverou que isto, ou seja “o nacionalismo extremo” de Trump, “é a melhor notícia para todas as nações do planeta que queiram viver em paz.”

Quando questionado se a vitória de Trump significa “o fim dos EUA” tal como os conhecemos, Cao de Benós afirma que espera que assim seja uma vez que tal será “para bem do mundo e dos próprios EUA” e acrescenta que uma revolução social “é sempre necessária para eliminar as sociedades velhas de modo a criar novas”.

O delegado especial concluiu que se tivesse uma oportunidade para pedir algo ao presidente eleito dos EUA, lhe iria pedir para firmar a paz com Pyongyang e retirar os militares norte-americanos dos países invadidos, nomeadamente a Coreia do Sul, o Iraque, o Afeganistão, a Líbia e a Síria, entre outros.

Fonte: Sputnik

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Recepção das campeãs mundiais do Sub-17 de Futebol em Pyongyang


KCNA - No passado dia 25 regressou a casa a equipa de futebol feminino da República Popular Democrática da Coreia que se sagrou como campeã do mundo de 2016 no Campeonato Mundial de Sub-17 da FIFA.

O Aeroporto Internacional de Pyongyang, o trajecto desde o bairro de Ryonmot até ao cruzamento de Ryonghung, passando pela avenida Kaesonmun até ao cruzamento de Changjon, estavam repletos de trabalhadores de vários sectores, de jovens e de estudantes com ramos de flores.

As campeãs foram recebidas no terminal aeroportuário pelo vice-presidente do Comité Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, Kim Yong Chon, pelo vice-primeiro-ministro Ri Ryong Nam, pelo ministro do Desporto, Ri Jong Mu, e por um grande número de funcionários curiosos.

Os familiares das atletas e outros desportistas nacionais felicitaram as jogadoras e os treinadores com colares e ramos de flores.

À entrada do bairro de Ryonmot, as campeãs subiram para um veículo descapotável no qual percorreram as avenidas, envoltas em flores de felicitações.

As jogadoras subiram a colina de Mansu, onde prestaram homenagem aos grandes líderes Kim Il Sung e Kim Jong Il, depositando um cesto e ramos de flores aos pés das suas estátuas de bronze.  

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

“Sem armas nucleares, a Coreia do Norte seria outro Iraque ou outra Síria”


O delegado especial da Coreia do Norte para as relações culturais com países estrangeiros, Alejandro Cao de Benós – mais conhecido como “o embaixador” norte-coreano no Ocidente – concedeu uma entrevista exclusiva à Sputnik na qual deu a conhecer a sua opinião sobre o presente e o futuro do país comunista, mas falou também da esquerda espanhola e da “perseguição política” que assegura sofrer em Espanha e que está por trás da sua detenção por possessão ilegal de armas.

조선일 – Choseon-il – : é este o nome coreano de Alejandro Cao de Benós, e significa “a Coreia é uma”. Embora tenha nascido a quase 10.000 quilómetros de distância de Pyongyang, este espanhol dedicou os últimos 20 anos da sua vida a melhorar a imagem internacionalmente afectada do regime dos Kim. Em Espanha é conhecido por ser uma das poucas vozes dispostas a defender a Coreia do Norte e o seu sistema político na terra, no mar e no Twitter. Recentemente, além disso, abriu o Pyongyang Café em Terragona – a sua cidade natal –, o único sítio no Ocidente onde se pode consultar material sobre o hermético país, beber algo ou até mesmo falar com o próprio Cao de Benós. Caso algum leitor se aproxime do local, talvez acabe por ser persuadido das benevolências do Juche e do sistema socialista coreano… o que salta à vista é que ninguém conseguirá convencer Alejandro de que está equivocado.

Se há alguém que tenha defendido sempre o sistema político norte-coreano em Espanha, esse alguém é você, contudo, como e quando começou a sua relação com a Coreia do Norte? 

Quando tinha 16 anos, altura na qual já me considerava comunista, soube que várias famílias da RPDC [República Popular Democrática da Coreia] estavam a viver em Madrid. Apresentei-me, disposto a viver lá e a contribuir para a revolução.

O que o atraiu nesse país?

A ideologia Juche, criada pelo presidente Kim Il Sung, a cultura coreana, a sua filosofia e a sua espiritualidade. 

Muitos países acusam a Coreia do Norte de cometer violações dos DH e de ser uma ditadura personalista. Qual a sua opinião?

Essas acusações são completamente falsas e partem de duas fontes: uma, dos serviços de informações e propaganda dos EUA e dos seus súbditos. A outra, da ignorância, do sensacionalismo e da manipulação das notícias em muitos órgãos de comunicação social. Além disso, a figura do líder é um elemento de coesão social, de união e força que desde sempre existiu em todas as culturas.

Como avaliaria o trabalho levado a cabo por Kim Jong Un desde que assumiu a chefia do Estado?

Como o de um soldado leal às instruções do presidente Kim Il Sung e do generalíssimo Kim Jong Il. O seu labor pelo povo, pela defesa da revolução e em prol do desenvolvimento económico e tecnológico não se afastam nem um centímetro desse ideal. 

Uma das imagens dos Jogos Olímpicos do Rio foi a selfie protagonizada pelas atletas Lee Eun Ju, da Coreia do Sul, e Hong Un Jong, da Coreia do Norte, como definiria essa imagem?

Como um exemplo vívido de que a Coreia é uma só nação, que a reunificação é possível e que o império dos EUA deve abandonar desde já a sua ocupação militar [da península coreana] que se prolonga já desde o final da Segunda Guerra Mundial.

Onde vê a Coreia do Norte daqui a 25 anos? Pensa que a união entre o Norte e o Sul irá ocorrer algum dia?

A RPDC, daqui a 25 anos, vejo-a como uma nação muito avançada e futurista, conservando o sistema socialista e com uma produção autossuficiente de 90% de todos os produtos industriais e de consumo. Um modelo alternativo para muitas nações que sofrem já com as misérias do capitalismo exacerbado. Sem dúvida, a reunificação irá ocorrer. Já nos aproximamos desta mediante os acordos de 200 e de 2007. Agora tudo depende do povo da Coreia do Sul eleger um presidente e um partido progressistas que não dependam do controlo norte-americano.

Olhando para o futuro, julga que o “modelo chinês” será a via a seguir pela Coreia do Norte?

A RPDC não irá adoptar modelos económicos capitalistas como o da China. Tal significaria o fim do sistema socialista e da independência soberana.

Que opina acerca do programa nuclear norte-coreano? Do seu ponto de vista, que objectivo pretende atingir o governo da Coreia do Norte com o desenvolvimento do seu próprio arsenal nuclear?

O programa nuclear é o seguro de vida do país. Sem ele, a Coreia do Norte seria outro Iraque, outra Líbia ou outra Síria. Países que perderam a sua cultura, a sua estabilidade, os seus recursos e o seu futuro sob as bombas da falsa bandeira da liberdade. O objectivo do programa nuclear é estritamente dissuasor. A RPDC tem o direito soberano a defender o seu território e os seus cidadãos. Se os EUA, a Rússia, o Reino Unido ou Israel possuem armamento nuclear, não estão desde logo qualificados para demonizar ou sancionar outras nações por fazerem o mesmo.

Como definiria as relações entre a Rússia e a Coreia do Norte? A Rússia é um país amigo?

As relações entre a Rússia e a Coreia remontam ao nascimento da República e às batalhas conjuntas do Exército Vermelho e do Exército Popular da Coreia contra o império japonês, assim como ao apoio de Josef Estaline contra o império estadunidense. Julgo que, actualmente, devido à expansão e ao carácter expansionista dos EUA, a Rússia está a retomar e a fomentar as relações a todos os níveis com a RPDC. 

Falando de Espanha, em que julga terem falhado o Unidos Podemos na altura de conseguir obter um melhor resultado eleitoral? Do seu ponto de vista, qual é o problema da esquerda espanhola?

Deve-se à falta de ideologia – ou à degeneração da mesma – à falta de um sistema disciplinado e, como diria Lenine: porque não chegou ainda o “momento histórico”. 

Deve-se também ao individualismo da esquerda, que fomenta o facciosismo, juntamente com a dificuldade de aceitar uma autoridade ou de manter uma disciplina, fazem com que de momento seja impossível uma mudança substancial na política em Espanha.

Na Catalunha parece que houve um certo estancamento das forças políticas partidárias da independência. Crê que o dito processo de independência foi afectado?

Estava afectado logo à partida, pois tratou-se de utilizar o descontentamento da “classe média” com o sistema capitalista para o redirecionar para o independentismo. A mensagem independentista aguentava-se graças a alguns órgãos de comunicação social e ao interesse da oligarquia catalã em perpetuar-se num reino de propriedade exclusiva, sem benefícios para o povo. Como comunista e catalão de nascença, creio que os esforços de devem concentrar em unir todos os trabalhadores de Espanha para desterrar o capitalismo, não em criar um ódio entre famílias que emigram e convivem entre comunidades desde há mais de 40 anos. 

Há uns meses, foi notícia ao ser detido numa operação da Guarda Civil por, alegadamente, ter comprado duas pistolas detonadoras – de fogo – como é que este caso o afectou? Em que situação se encontra actualmente o processo judicial?

Primeiro, serviu-me muito para entender como se leva a cabo a perseguição política e a sua utilização policial num regime supostamente democrático como o de Espanha. Em segundo lugar, deu-nos muita publicidade para o nosso novo projecto, o Pyongyang Café. De momento, tenho a decorrer dois recursos contra o director geral da Guarda Civil e contra a Subdelegação do Governo [pela detenção]. Por outro lado, há a detenção pelas armas detonadoras no meu domicílio, que quero clarificar, comprei-as com a minha licença de porte de armas ainda vigente. Tinha-as com a intenção de dissuadir os criminosos que denunciei por reiteradas ameaças de morte. Até à altura não há quaisquer novidades.

Em Julho deste ano abriu as portas do Pyongyang Café – que é também a sede da Associação de Amizade com a Coreia em Espanha – em Terragona. O que se pode fazer nesse local? De onde surgiu a ideia de o abrir?

O Pyongyang Café é a nossa primeira sede internacional. Qualquer visitante pode sentir-se na Coreia do Norte graças à decoração e à arte típica do país, ler uma revista na biblioteca e provar o chá ou a cerveja que temos. Trata-se de um ponto de encontro aberto ao público em geral onde se pode informar acerca de qualquer aspecto acerca do país.

Está a ter uma boa recepção? Qual é o perfil dos visitantes? Planeia abrir mais sítios como este?

Muito boa, passado um mês estamos a receber uma média de 30 a 40 visitantes por dia. O perfil são jovens interessados na Coreia ou intelectuais, que vêm com os amigos e a família para conhecer a Coreia e desfrutar de um ambiente tranquilo e diferente.

Fonte: Sputnik

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Comunicado KFA: Não às Sanções da União Europeia à Coreia Popular!

As secções da Associação de Amizade Coreana (KFA) do Reino Unido, Irlanda, Espanha, País Basco, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suíça e Polónia e também do Comité Europeu Organizador do Grande Encontro Para Louvar as Grandes Personalidades do Monte Paektu emitiram o seguinte comunicado conjunto referente à recente imposição de sanções contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC);

No dia 27 de Maio a União Europeia (UE) anunciou a imposição de árduas sanções contra a RPDC para lá das já anunciadas em Abril pela UE aumentando o número de sanções da UE já há muito em vigor contra a RPDC.

Estas sanções são draconianas ao extremo uma vez que proíbem quaisquer embarcações e aeronaves oriundas da RPDC de entrar na União Europeia, amputam qualquer cooperação económica e restringem a actividade bancária.

A justificação da UE para tal é espúria. A UE afirma que tal se deve aos testes nucleares e de misseis levados a cabo pela RPDC. Ignoram o facto de ser um direito independente e soberano a RPDC tomar medidas de autodefesa como a concretização de testes balísticos e nucleares em reacção às ameaças levadas a cabo contra a independência da RPDC pelo imperialismo dos EUA. 

A RPDC efectuou apenas 0,18 porcento dos testes nucleares a nível mundial. Contudo, os Estados membros da União Europeia já efectuaram cerca de 15 porcento dos testes nucleares a nível mundial. Os Estados membros da UE têm em sua posse 500 ogivas nucleares. Vários Estados membros da UE possuem também mísseis balísticos. A UE e uma das principais comerciantes de armas. Como tal a condenação da RDPC por parte da UE é extremamente hipócrita.

As sanções contra a RDPC são uma má ferramenta para tentar impedir a construção do socialismo na RDPC e minar a soberania da RDPC. São um acto de hostilidade.

Exigimos que a UE revogue de imediato estas sanções contra a RDPC!

KFA Reino Unido
KFA Irlanda
KFA Espanha
KFA Suíça
KFA Bélgica
KFA País Basco
KFA Holanda
KFA Polónia
KFA Dinamarca
KFA Portugal 
Comité Europeu Organizador do Grande Encontro Para Louvar as Grandes Personalidades do Monte Paektu 
Comité Britânico Organizador do Grande Encontro Para Louvar as Grandes Personalidades do Monte Paektu em 2017

sábado, 14 de maio de 2016

Com ou sem sanções, o desenvolvimento continua


KFA PT* - As autoridades da República Popular Democrática da Coreia aproveitaram o congresso do Partido dos Trabalhadores para propagar os sucessos do seu país perante vários jornalistas internacionais: estiveram presentes 130 jornalistas oriundos de 40 países, entre eles Portugal (Margarida Serra, da TSF).

No Ocidente a RPDC é apresentada como sendo um país que passa a maior parte do tempo a brandir as suas armas, padecendo com desorganização e fome devido à sua natureza fechada. Para mudar essa percepção a RPDC convidou optou por mostrar o país aos jornalistas em vez de os confinar a uma sala de imprensa enquanto decorria o congresso do Partido dos Trabalhadores.

Após visitarem a aldeia natal de Kim Il Sung e uma das usinas norte-coreanas, os jornalistas visitaram o metro de Pyongyang. Embora sendo um local expepcional e de visita obrigatória, por norma só os estudantes estrangeiros que frequentem a Universidade de Pyongyang teriam oportunidade de visitar este meio de transporte público que se assemelha em muito a um palácio subterrâneo, fazendo lembrar as estações do metro de Moscovo.

Puderam também visitar alguns dos edifícios mais modernos de Pyongyang, como os da Rua Mirae (Futuro, em coreano). Os arranha-céus de 40 e 50 andares da Rua Mirae não se encontram todos habitados, infelizmente. Dadas as actuais limitações energéticas causadas em grande parte pelas continuas pressões e maquinações externas contra a construção de centrais nucleares no país, as falhas eléctricas são uma realidade demasiado frequente e têm desmotivado as famílias dos cidadãos norte-coreanos a ocupar os pisos superiores dos edifícios.

Lamentavelmente muitos dos jornalistas não conseguiram avaliar o que viram fora dos preconceitos, limitações e deturpações de décadas de imparcialidade jornalística quanto à RPDC, cingindo-se ao cepticismo e à incredulidade quanto à veracidade da realidade que puderam testemunhar em primeira mão, algo que só o tempo resolverá.

*Com Sputnik.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

A Autoridade Nacional para o Desenvolvimento Aeroespacial da RPDC publica relatório referente ao lançamento do satélite


A Autoridade Nacional para o Desenvolvimento Aeroespacial da RPDC tornou público no passado Domingo o relatório referente ao bem-sucedido lançamento do satélite de observação Kwangmyongsong-4.

De acordo com o relatório:

Os cientistas e os técnicos da Autoridade Nacional para o Desenvolvimento Aeroespacial da RPDC obtiveram sucesso em conseguir colocar e órbita o recém-desenvolvido satélite de observação terrestre, Kwangmyongsong-4, em consonância a planificação para 2016 do programa de 5 anos para o desenvolvimento aeroespacial.

O foguetão de transporte Kwangmyongsong decolou do Centro Espacial Sohae, no Município de Cholsan da província Phyongan Norte, às 09:00 do dia 7 de Fevereiro do ano Juche 105 (2016). O satélite entrou na sua órbita pré-programada às 09:09:46, 9 minutos e 46 segundos após a sua decolagem.

O satélite irá circundar a órbita polar num perigeu de 494.6km de altitude e um apogeu de 500km de altitude, com um ângulo de inclinação de 97.4 graus. O seu ciclo é de 94 minutos e 24 segundos.
Instalados no Kwangmyongsong-4 encontram-se vários aparelhos de medição e telecomunicações necessários para a observação terrestre. 

O sucesso alcançado com o lançamento do Kwangmyongsong-4 é um dos orgulhosos frutos da política do Partido dos Trabalhadores da Coreia na importância que tem dado à ciência e à tecnologia no atempado desenvolvimento das capacidades científicas, tecnológicas, económicas e defensivas do país, exercendo legitimamente o direito à livre utilização do espaço com propósitos independentes e pacíficos. 

O rastro fascinante de vapor do satélite Juche no céu claro e azulado da Primavera de Fevereiro, no despertar do Dia da Estrela Brilhante, o maior feriado nacional da Coreia de Kim Il Sung, é uma oferenda que manifesta a mais intensa lealdade, por parte dos nossos cientistas e técnicos espaciais, ao grande camarada Kim Jong Un, ao nosso honrado partido, ao Estado e ao povo.

A Autoridade Nacional para o Desenvolvimento Aeroespacial da RPDC irá, futuramente, lançar para o espaço mais dois satélites Juche, fiéis à grandiosa política do Partido dos Trabalhadores da Coreia em realçar a importância da ciência e da tecnologia.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Bahamas, Brunei e Coreia do Norte lideram aumento de exportações portuguesas


As Bahamas, o Brunei e a Coreia do Norte foram os três mercados fora da União Europeia (UE) cujas exportações de Portugal mais cresceram em 2014 em relação a 2010, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Olhando para o comércio internacional de Portugal com os países fora da UE nos últimos quatro anos, é possível verificar que as exportações aumentaram exponencialmente para alguns países.

No caso das Bahamas, que foi o mercado em que as exportações portuguesas mais cresceram, o aumento foi de 47,9% entre 2010 e 2014, atingindo os 73.029.380 euros, dos quais 71.211.081 dizem respeito a gasolinas.

As exportações para o Brunei apresentaram um crescimento muito expressivo, de 28%, tendo atingido os 3.626.902 euros no final do ano passado, dos quais 2.819.369 euros são relativos a automóveis de passageiros.

Portugal exportou 251.408 euros para a Coreia do Norte em 2014, um aumento de 5,2% face a 2010, tendo sido os bens mais exportados os desperdícios e resíduos de cobre (239.468 euros).

Também as exportações portuguesas com destino ao Camboja e ao Belize dispararam entre 2010 e 2014, tendo crescido 3,8% para os 1.322.173 euros e 2,5% para os 271.854 milhões de euros, respetivamente.

Por bens, as exportações para o Camboja são relativas sobretudo a máquinas e aparelhos para impressão de materiais têxteis (388.129 euros) e as que se destinaram ao Belize foram essencialmente barcos e iates à vela (259.981 euros).

Do lado das importações, os mercados extra-UE que mais cresceram foram o do Iraque, o do Sudão e o das Maldivas, com crescimentos de 263.425%, de 39,2% e de 20,1%, respetivamente.

As importações de Portugal ao Iraque ascenderam aos 135.320.570 euros em 2014, sendo a grande maioria (134.014.046 euros) relativa a óleos brutos de petróleo ou de materiais betuminosos.

Quanto ao Sudão, do total de 12.037.186 euros que Portugal importou a este país no ano passado, 11.875.233 euros foram para comprar açúcares de cana.

Já relativamente às importações feitas às Maldivas, a maioria foi para comprar peixes ornamentais do mar vivos, tendo as importações desta categoria de bens ascendido a 35.309 euros do total de 37.697 euros que Portugal importou.

Fonte: Notícias Ao Minuto

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

IAEGCA prepara primeiro volume da colecção KFA Portugal


O Instituto de Altos Estudos em Geopolítica e Ciências Auxiliares (IAEGCA) tem já em finalização o primeiro volume da colecção KFA Portugal, fruto de uma parceria entre este Instituto e a Associação de Amizade Luso-Coreana.

A primeira obra fruto desta colaboração é da autoria de Kim Il Sung e intitula-se "Teses Sobre a Educação Socialista", obra apresentada pela primeira vez no 14º Plenário do Quinto Comité Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia, a cinco de Setembro de 1977, e até agora inédita em Portugal.

O livro estará disponível em Dezembro (na altura iremos divulgar em que livrarias) mas caso queira pode já reservar o seu exemplar, em pré-venda pela módica quantia de 10€, pelo nosso correio electrónico: portugal@korea-dpr.info

Trata-se de uma edição oficial devidamente autorizada pelo governo da República Democrática Popular da Coreia, espera-se que a primeira de muitos neste nosso esforço para dar a conhecer ao público português as realidades, a História e o pensamento da Coreia Popular.

Com tecnologia do Blogger.